quinta-feira, 14 de abril de 2011

O barulho do silêncio


A noite se aproxima e com ela a solidão
O barulho do silencio e assustador
E ao mesmo tempo encantador
Lembranças povoam meus pensamentos
Lembranças que me atormentam,
Levam-me pra perto de ti
Noite fria úmida cinzenta como todas as noites sem você
O silêncio é quebrado pelo sobrar dos ventos
Escuto meu coração bater, que aflição
Doe, bate de saudade de você
Agonia que me aflige
Sem se quer se importa, se durmo ou permaneço acordada
Com meus pensamentos carcomidos pela dor
Meus olhos seguem todos os cantos querendo te encontrar
Meus braços estão loucos pra te abraçar
Minhas mãos acariciar, afagar
Minha boca seca louca pra te beijar
Meus olhos turvam-se cheios de lagrimas,
Vou deitar.

3 comentários:

  1. A solidão sempre aparece no silêncio, talvez pela necessidade estar dentro do coração de cada um, a solidão pode fazer bem ou não, depende do momento, beijos.

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  2. Excelente poema, « o barulho do silêncio»!
    Precisamos do silêncio mas...não devemos viver a vida nele. É solidão e a solidão não é boa conselheira.
    « meus olhos turvam-se cheios de lágrimas,
    vou-me deitar»
    Querida chorar alivia a alma, porém envelhece!
    Sorria, sorria, sorria...sorria para si!
    Bem, vou levar o presente! Acho que é o selinho!
    Vou colocar com muito carinho, no meu blog.
    Bem haja.
    Bfds.
    Bjito e uma flor

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  3. Oi..que lindo este poema, profundo e com sentido verdadeiro!
    Fique bem e próxima de quem te acolhe..neste momento o que mais alimenta a nossa alma é estar prpoxima de pessoas que nos amam!
    Bjos no seu coração!
    Roberta

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